[Diário de Game Design] Criando um sistema de RPG |Kenshō| Ep.02 – Referências



Nesta série, eu vou dividir o processo de criação de um sistema de RPG do começo ao fim. O episódio de hoje fala sobre algumas das referências e inspirações que estou usando pro meu…

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2 thoughts on “[Diário de Game Design] Criando um sistema de RPG |Kenshō| Ep.02 – Referências”

  1. Boa César, já até entendo onde isso vai ti levar. O bacana do Savage Worlds é isso mesmo, rolar dados diferentes, um carnaval de dados, rolar d4, d8, d12 para fazer uma ação, eu acho isso excelente. O Dungeon World por sua vez vai lhe dar essa desenvoltura que o RPG tradicional não tem, para mim jogar DW é como descer uma correnteza num bote, você vai tentando controlar o bote o máximo possível, mas seguir enfrente de forma inesperada será inevitável. Acho que DW vai lhe atender bem. Talvez você queira dar uma olhada em outros livros da linha Apocalipse World Engine, já que seu sistema será genérico ver o uso da mecânica do AWE em outros temas pode lhe dar ótimas ideias

  2. Opa, bem bacana tomar o SW por base para pensar no Kenshô.
    Hum, acerca de jogos satíricos/cômicos, penso um pouco sobre esse tema, e por vezes as coisas desandam com experiências muito cômicas. Mas, chega a ser peculiar isso, já que muitos jogos não possuem esse componente planejado. A premissa da "diversão acima de tudo" pode fazer com que haja essa expectativa. Mas não tenho certeza se realmente é essa a questão, é apenas um comentário, uma inquietação. Há jogos que são focados mesmos nesta ideia (comicidade) e que são bem interessantes. Acho que a piada como recompensa ao jogo (e não os elementos intrínsecos aos jogos) seja o que nos incomoda um tanto (ou não, rs). Abraços!

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